terça-feira, 13 de setembro de 2011

Carta 17: Jornada Astral: Exemplo, Como Fazê-la, Como Verificar Sua Experiência

Cara Soror,

Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.

Não há melhor maneira de treinar a memória do que a prática da Santa Cabala.

Partindo do princípio que se você repetir o suficiente, até mesmo um papagaio pode aprender a falar. Ele trabalhou com o Sr. Regardie. – Motta.

Todo o mecanismo de memória depende de juntar-se dados independentes. Você deve ir adicionando um a um, pouco a pouco, sempre juntando as impressões simples, remetendo-os para as outras que são mais gerais; e assim sucessivamente, até a totalidade do seu universo é organizado como o cérebro e o sistema nervoso. Este sistema, de fato, torna-se o Universo. Quando você tem tudo corretamente correlacionado, a sua consciência central compreende e controla todos os mínimos detalhes. Mas você deve começar do início – você sai para uma caminhada, e a primeira coisa que você vê é um carro, que representa o Atu VII, a Carruagem, que se refere a Câncer.

Então você vem a uma peixaria, e percebe certos crustáceos, muito mala chostomous. Isto vem sob o mesmo signo de Câncer. A próxima coisa que você nota é um vestido de cor de âmbar no Swan e Edgar;...

Uma loja de moda feminina muito popular, ate este momento, em Londres. Escrever “mala costomous”, como ele fez foi um erro de ortografia do secretário ou, mais provavelmente, um trocadilho com “mal-acostumados”. Mas, um caranguejo que sabe que está indo para a panela tem todo o direito de ser ranzinza. – Motta.

...âmbar também é a cor de Câncer na Escala do Rei. Você agora tem então um conjunto de três impressões que são unidos pelo fato de que todos eles pertencem à classe de Câncer; a experiência ensina que em breve você pode se lembrar de todos os três muito mais clara e precisamente do que você poderia de qualquer um dos três isoladamente.

[Infelizmente os sábios professores – refiro-me aos professores e professoras da educação ordinária – ainda não tiveram acesso a este método de ensino. Salvo alguns treinadores de cursos rápidos de memorização. Mas valeria a pena aplicar tal método ensinado, aqui, por Crowley, pelos Metodologistas e Didáticos de merda que abundam nossas instituições de ensino latrinais. Friedrich Nietzsche também seria excelente pedida como profundo educador!]

Você não tem aumentado a carga de sua memória, mas diminuindo-a.

O que você diz sobre tensão e ansiedade e pressa é muito verdadeiro. Veja o Livro da Lei, Capítulo I, 44.
“Pois vontade pura, desembaraçada de proposito, livre da ânsia de resultado, é toda via perfeita.”

[Isso me lembra dum ditado Nigeriano que diz: “O caramujo não tem pés, o caramujo não tem mãos, mas vagarosamente chega ao topo da palmeira”...]

Isso, do ponto de vista prático, é um dos versos mais importantes do Livro.

A incomum palavra “desembaraçada” é muito interessante. As pessoas geralmente supõem que a “vontade” é escrava do propósito, que você não pode querer uma coisa corretamente a menos que você esteja visando um objetivo definido. Mas este não é o caso. Pensar no objetivo, na verdade, serve apenas para distrair a mente. Nestas poucas palavras está incluído todo o método sem a bombástica piedade da doutrina servil do misticismo sobre a rendição da vontade. Nem é essa ideia de se render realmente correta, a vontade deve ser identificada com a assim chamada Vontade Divina. Um quer se tornar como um poderoso rio que flui, que não esta conscientemente visando o mar, e isto certamente não é ceder a qualquer influência externa. É agir em conformidade com a lei da sua própria natureza, com o Tao...

O Dao pode sempre ser definido como a Lei da Natureza de Qualquer Coisa que seja. – Motta.

...pode-se descrevê-lo, se necessário, como “amor passivo”;...

Cf. Liber VII, V, 46 para este importante ponto. – Motta.

...mas isto é amor (em efeito) elevado ao seu mais alto potencial. Nós voltamos à mesma coisa: quando a paixão é purgada de qualquer “ânsia de resultado” é irresistível, tornou-se “Lei”. Eu nunca consigo entender porque é que os místicos não veem que sua doutrina bajuladora de entrega realmente insiste na dualidade que eles se propuseram a abolir!

Este parágrafo, que é de vital importância para Aspirantes à A∴A∴, foi expurgada pelo Sr. Regardie em sua “edição”. – Motta.
Eu certamente não tenho nenhuma intenção de “puxar você para baixo” para “um caminho estreito de trabalho” ou qualquer outro caminho...

Essa referência deve ser explicada. Ela não o acusou de puxá-la para baixo para um estreito caminho de trabalho, ela pediu a ele para fazê-lo. Sua recusa é típica no Nosso Método, e ele começou a explicar a Ela porquê Nos trabalhamos assim.

[Ela queria que ele, Crowley, limitasse o campo de ação dela, restringindo sua área de ação para focar-se em algo mais estreito, e assim, menos passível de erros – amadurecimento também vem com os erros – e, muito provavelmente, excusando ela assim de qualquer responsabilidade por seu próprio fracasso. Crowley percebeu isso de inicio. Isso acontece mesmo que inconscientemente, porque sempre queremos exigir garantias de coisas que somente nosso esforço pode nos dar resultados. Eu ja fui assim!]

...Tudo o que posso fazer é ajudá-la a entender claramente as leis de sua própria natureza, de modo que você possa ir em frente, sem influência externa. Isso não significa que um plano em que eu encontrei o sucesso no meu caso vai ser de alguma utilidade para você. Esse é outro erro capital da maior parte dos professores. É preciso ser um Mestre do Templo para aniquilar o ego. A maioria dos professores, consciente ou inconscientemente, tenta levar os outros a seguir seus passos. Eu poderia muito bem vestir você com a minha roupa velha! (Nos passos do Mestre. Aos pés do Mestre. Mordomo!)

As duas citações são títulos de folhetos Tolosofistas sob a “orientação” de Besant e Leadbeater. É extremamente informativo que Regardie deveria ter extirpado este parágrafo. – Motta.

[Acho que o nome do lixo é “aos pés do mestre”. Leia quem tiver vísceras Marciais!]

Favor observar que quanto mais você desencanar, quanto maior seu potencial, maior é a tendência de fuga, ou mesmo para quebrar o vaso contendo...

O caminho não se torna “mais fácil” conforme você segue. Ele se torna mais duro, mais perigoso, e os perigos mais sutis. Não há nenhum ponto em que você chega aquela “perfeição”, que é o objetivo dos preguiçosos e ignorantes, onde você é “incapaz de errar”. Até mesmo o Mestre do Templo ou o Magus pode cometer erros. Se o Ipsissimus é isento dessa fragilidade – o que não sabemos – é porque o Ipsissimus não “age” como tal. Sempre que a ação relativa é possível, o erro é possível. Nossa responsabilidade é muito maior do que a sua, e nossa carga todas as vezes refletem Nossa responsabilidade. Quem inveja o verdadeiro Mestre quer trabalhar duro que não gosta ou é dedicado a isso... – Motta.

...Eu posso te ajudar, avisando-o contra a criação de obstáculos, reais ou imaginários, em seu próprio caminho; que é o que a maioria das pessoas fazem. É quase ridículo pensar que a Grande Obra consiste meramente em “deixa-la rasgar”; mas o Karma com você de um lado do tobogã para o outro, até que você venha direto. (Há um capítulo ou dois no Livro das Mentiras sobre isso, mas eu não tenho uma cópia. Eu preciso encontrar uma, e colocá-los aqui dentro Sim: p. 22)

Isto se refere a edição original. – Motta.
“Oh, tu, que partes sobre O Caminho, falso é o Fantasma que tu buscas.
Quando tu o tiveres, tu conhecerás toda a amargura, teus dentes cravados na Maçã-Sodoma.
Assim tu tens sido atraído ao longo d’O Caminho, cujo terror, porém, compeliu-te longe.
Oh tu, que progrides sobre o meio d’O Caminho, nenhum fantasma zombará de ti. Pelo amor ao progresso, tu progrides.
Assim tu és atraído ao longo d’O Caminho, cuja fascinação, porém, compeliu-te longe.
Oh, tu, que corres rumo ao Fim do Caminho, esforço não existe mais.
Mais e mais rápido, tu cais; tua fadiga é transformada no Descanso Inefável.
Pois não há Tu sobre este Caminho: tu te transformaste n’O Caminho.”
[O Livro das Mentiras, Cap. 13, Papo de Peregrino. Tradução obtida do Site Hadnu.org]

Sim, mas isso faz parte da propaganda do Hierofante. O “Caminho” é descrito no “The Wayfarer” de Crane... Não é de admirar o sorriso do Hierofante ser tão enigmático! – Motta.

Tal como no Yi King, o terceiro hexagrama afastou-se da perfeição original, e isto leva todos os outros hexagramas a acertar as coisas novamente.

O resultado, isto é verdade, é superior; a perfeição do original foi ampliada e enriquecida pela sua experiência.

Claro, pode-se perguntar como a perfeição pode ser melhorada. Mas esses pensamentos são Neschmanicos, e contem suas próprias contradições. A maioria dos seres humanos vale seu sal – leia Binah! – não suporto a comodidade pessoal mais tempo do que a pessoa leva para recuperar-se de vicissitudes passadas. Férias prolongadas logo cansam; a aposentadoria em vida soletra a morte, ou a deterioração das faculdades. Se você não acredita em nós, visite a Flórida ou a Riviera! – Motta.

Não há outra maneira de definir a Grande Obra. Isso explica-nos todo o objeto da manifestação, partindo da perfeição do “nada” em direção à perfeição do “tudo”, e podemos considerar tal vantagem, que é quase impossível de dar errada. Toda experiência, seja qual for sua natureza, é apenas uma outra necessária colisão.

Naturalmente não se pode perceber isso até se tornar um Mestre do Templo; consequentemente este é perpetuamente mergulhado no sofrimento e desespero. Não existe, veja você, um bom trato mais do que meramente aprender com alguns erros nossos. Nunca se pode ter certeza do que é certo e do que é errado, até que se aprecie que o “errado” é igualmente “certo”. Agora, então, se livre da ideia de “esforço” que está associado a “ânsia de resultado”. 

Tudo o que se faz é para o agradável e saudável exercício das energias.

Isto não ira considerar o “homem” como a “causa final” da manifestação. Por favor, não me cite contra mim.
“O homem é tão infinitamente pequeno,
De todas as estrelas, determinado.
Criador e mestre de todas,
O homem é infinitamente grande.”
O aparelho humano é o melhor instrumento de que estamos, neste momento, conscientes em nossa consciência normal; mas quando você vai experimentar a Conversação com as inteligências superiores, você vai entender como são imperfeitos as suas faculdades. É verdade que você pode projetar essas inteligências como partes de si mesma, ou você pode supor que certos veículos humano podem ser temporariamente utilizados por eles para diversos fins, mas essas especulações tendem a ficar ociosas. O importante é fazer contato com seres humanos, independentemente da sua natureza, que são superiores a si mesma, não meramente em grau, mas de qualquer tipo. Ou seja, não apenas diferentes como um Great Dane difere de um Chihuahua, mas como um búfalo difere de qualquer um.

Claro que você tem toda razão sobre os sentidos...

Esta é uma referencia direta para uma objeção nesta carta. – Motta.

...Embora eu não concorde limitar o significado dos cinco que são comuns à maioria das pessoas. Não devem, pode-se suspeitar, serem formas de se apreender diretamente fenômenos como o magnetismo, a resistência elétrica, afinidade química e afins. Deixe-me dirigi-la mais uma vez para o “Livro da Lei”, no Capítulo II, vs 70-72:

“Existe auxílio & esperança em outros encantamentos. Sabedoria diz: sê forte! Então tu podes suportar mais alegria. Não sejas animal: refina tua raptura! Se tu bebes, bebe pelas oito e noventa regras da arte: se tu amas, excede em delicadeza; e se tu fazes o que quer que seja de alegre, que haja sutileza ali contida!

Mas excede! excede!

Esforça-te sempre por mais! e se tu és verdadeiramente meu – e não o duvides, e se tu és sempre alegre! -  a morte é a coroa de tudo.”
A idéia mística deliberadamente soporífera e estultificante de si mesmo como uma “abominação ao Senhor”. Isto, por sinal, não entra em conflito com as regras da Yoga. Esse tipo de repressão é comparável às restrições estabelecidas no treinamento atlético, ou dieta na doença.

Agora vamos voltar para a Cabala – como fazer uso dela.

No trabalho Astral, ele quer dizer. – Motta.

Vamos supor que você veio fazer uma invocação, ou nos deveríamos chamar isto de investigação, e suponho que você quer interpretar uma passagem de Bach. Para o desempenho esta é a principal arma de sua cerimônia. No curso de sua operação, você assume o seu corpo astral e ascende muito acima da atmosfera terrestre, enquanto a música continua suavemente ao fundo. Você abre os olhos e acha que é noite. Nuvens negras estão no horizonte; mas no zênite ha uma coroa de constelações. Esta luz ajuda, especialmente para que seus olhos se acostumem à penumbra, para recolher [observar] ao seu redor. É uma paisagem desolada e estéril. Montanhas terríveis na borda do mundo. No meio surge um conjunto de rochedos negro-azulado.

Agora aparece a partir de seus recessos um gigantesco ser. Sua força, especialmente nas mãos e nos seus lombos, é terrificante. Ele sugere uma combinação de leão, cabra da montanha e serpente; e você salta imediatamente para a ideia de que este é um dos raros seres que os Gregos chamavam de Quimera. Tão formidável é a sua aparência que você considera mais prudente assumir uma forma apropriada de deus. Mas quem é esse deus apropriado? Você talvez possa considerar isso melhor, tendo em vista a sua completa ignorância a respeito de quem ele é e onde está, assumir a forma do deus Harpócrates, como sendo uma boa defesa em qualquer caso; mas é claro que isso não vai te levar muito longe...

Porque é demasiado geral para o trabalho especializado, e também porque, enquanto você assumir esta forma você deve manter Silêncio, e portanto, não pode comungar com a visão. A forma de Harpócrates é boa somente para a defesa ou a retirada, a menos que você seja um iniciado muito alto. – Motta.

...Se você for suficientemente curioso e corajoso, você irá trazer a sua mente rapidamente sobre este ponto. Este é o lugar onde a sua prática diária da Cabala virá a ser útil. Você corre através de sua mente os sete planetas sagrados.

[Fica claro o porquê de se aprender ao menos as principais Tabelas de “Liber 777”]

O primeiro deles parece muito consonante com o que você tem visto até agora. Tudo serve muito bem para Saturno. Para estar no lado seguro, você atravessa [avalia] os outros, mas este é um caso muito óbvio – Saturno é o único planeta que concorda com tudo. A única outra possibilidade será a Lua; mas não há nenhum traço notável de qualquer uma de suas características mais amáveis. Você irá portanto compor na sua mente que é uma forma do deus Saturno que você precisa. Afortunadamente de fato por que você tem praticado diariamente a assunção de tais formas!...

[Novamente, “Liber O” deixa claro que tais experimentos exigem outros treinos prévios...]

Ele gosta de golpear baixo, não é mesmo...? – Motta.

Com muita firmeza, muito estavelmente, muito lentamente, com muita calma, você transforma a sua aparência astral normal na de Sebek. A Quimera reconhecendo a sua autoridade divina, torna-se menos formidável e ameaçadora na aparência. Ela pode, de alguma forma, indicar a sua disponibilidade para atendê-la. Muito bom, até agora; mas é claro que isto é o primeiro e essencial para se ter certeza de sua integridade. Concordamos que você começa perguntando seu nome. Isto é vital; porque se ela disser a verdade, dá-lhe-ar poder sobre ela. Mas se, por outro lado, ela lhe disser uma mentira, ela abandona-a para o bem e toda a sua fortaleza. Ela se torna um pouco como um submarino cuja base foi destruída. Ela pode fazer-lhe muito mal, entretanto, é claro, assim que olhar para fora!

Isto, aliás, aplica-se aos assim chamados Probacionistas que chegam até nós sob falsos pretextos e tentam mentir no seu caminho na Ordem... – Motta.

Pois bem, ela diz que seu nome é Ottillia...

Que significa que “ele” é uma garota ou, possivelmente, uma bicha. – Motta.

Vamos tentar soletrá-lo em Grego ou Hebraico. Ao som do nome e, talvez em certa medida, pela sua aparência uma pessoa gorda para a anterior; mas depois de tudo a Cabala Grega é tão insatisfatória...

Ate o momento. Nos estamos trabalhando em um Dicionário da Cabala Grega, tendo a obra de Crowley como base dele. – Motta.

Damos a Hebraica a primeira oportunidade – nós começamos com עטיליאה. Vamos tentar estes caracteres para um começo. Somam 135. Eu ouso dizer que você não se lembra o que o Sepher Sephiroth fala sobre o número, mas como a sorte vai ter consigo, não há necessidade de averiguar, pois 135 = 3 x 45. Três é o número, é o primeiro número de Saturno, e 45 último. (A soma dos números no quadrado mágico de Saturno é 45.) Que corresponde perfeitamente com tudo o que tenho até agora, mas então é claro que você deva saber se ele é “um dos Jin em que eu deva acreditar.”...

Uma referência à magia Árabe, e à “As Mil e Uma Noites”. Um que “acredita no Jin” é aquele que aceita o Islã, e será, em teoria, um ser mais simpático com um palestino que o Sr. Menachem Begin. – Motta.

...Resumidamente, ele é um amigo ou um inimigo? Você em conformidade diz para ele: “A palavra da Lei é Θελημα”. Acontece que ele não entende Grego totalmente, então certamente você estava certa ao escolher Hebraico...

Esta quimera, embora nascida na Grécia, obviamente, foram submetidos ao bar mitzvah, coitada. Mas espere, não é uma garota? Ó bem, não deviam ser muito exigentes quanto a modelos de regras nestes dias. – Motta.

...Você coloca para ele, “Qual é a palavra da Lei?” e ele responde sombriamente. “A palavra da Lei é Thora”. Isso não significa nada para você, qualquer um pode saber tanto como isso, Thora sendo a palavra comum para a Lei sagrada de Israel, e em conformidade pedir-lhe para soletrá-lo para ter certeza de ter ouvido bem, e ele lhe dá as letras, talvez falando delas, talvez, mostrando-lhe: טרע. Você pode adicionar estas e obtém 279. Este novamente é divisível pelo Saturniano 3, e o resultado é 93, em outras palavras, ele tem sido precisamente correto. No plano de Saturno pode-se multiplicar por três e por isso deu-lhe a palavra correta “Θελημα” em uma forma estranha para você...

De sua forma leve, Crowley tem dado aqui dicas importantes para os Cabalistas Judeus. Duvidamos que o Sr. Regardie entendeu o recado, mas ate então, o Sr. Regardie não era um Cabalista. – Motta.

...Homem agora você se considera satisfeito com a sua boa fé, e pode prosseguir para inspeciona-lo mais de perto. As estrelas acima de sua cabeça sugerem a influência de Binah, cujo número também é três, enquanto a coisa mais impressionante sobre ele é a essência do seu ser: a letra Yod. (Não se conta terminação “AH”: sendo um sufixo divino que representa a luz mais profunda e a luz externa) Este Yod, essa centelha de brilho intenso, é de ouro esverdeado que se vê (no mundo) na folha de ouro fino do Tibete. Ela brilha com intensidade cada vez maior à medida que você se concentra em observá-la, o que você não podia fazer enquanto estava preocupada em investigar as suas credenciais.

A confiança sendo assim estabelecida, você pergunta por que ele apareceu para você neste momento e neste lugar, e a resposta a esta pergunta é, evidentemente, sua ideia original, isto é, ele está apresentando-se a você em outros termos da “montanhosa Fuga”, que o invocou...

Ele quer dizer a obra de Bach que ela supostamente iniciou com a invocação, ou investigação. – Motta.

...Você ouvi-lo com atenção, faz perguntas, como bem vos parece, e registra o processo.

O exemplo acima é, obviamente, pura imaginação, e representa um caso muito favorável. Você só é muito suscetível, e isso não apenas no início, de encontrar a todos os tipos de dificuldades e perigos.

Amor é a lei, amor sob vontade.

Fraternalmente,

666

Um comentário:

  1. Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Nayara e cheguei até vc através do Blog Alma de poesia. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir um blog do meu amigo Fabrício, que eu acho super interessante, a Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. A Narroterapia está se aprimorando, e com os comentários sinceros podemos nos nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs





    Narroterapia:

    Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.



    Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

    http://narroterapia.blogspot.com/

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